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Durante o lançamento do Guia do Voto Responsável em Foz do Iguaçu, no último dia 25, o presidente do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures, lembrou que “o guia é uma orientação para o eleitor separar o joio do trigo, identificar o lobo na pele do cordeiro”. Segundo ele, “é preciso dar um salto de qualidade na nossa representação política”. Loures foi palestrante na 16ª Convenção da Faciap, que aconteceu na cidade. |
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De acordo com balanço divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até a última sexta-feira (25/08) os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) em todo o país rejeitaram 1.535 pedidos de registro de candidatura - 7,4% dos 20.705 inscritos para as eleições de outubro. Desses, 791 abriram mão das candidaturas por conta própria e oito morreram. Os motivos vão desde falta de documentos a participação em esquemas de corrupção, como o das sanguessugas. Os candidatos ainda podem recorrer ao TSE. |
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Para o brasilianista Albert Fishlow, as CPIs são um retrocesso que distorce as funções do Congresso. Você concorda? Mande sua opinião para www.redeempresarial.org.br. |
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Uma das práticas apontadas como causa da impunidade no Congresso – vide mensalão – pode estar em vias de desaparecer. No esforço concentrado dos dias 4, 5 e 6 de setembro, os deputados federais devem, finalmente, aprovar o fim do voto secreto. "Tenho falado com os líderes e o que sinto é que o voto secreto terá o fim antes das eleições", declarou o presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo (PCdoB-SP). |
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O PT foi o partido cujos políticos reeleitos mais enriqueceram entre 1998 e 2002: 83,7%, contra uma média de 41,8%. A informação consta de livro publicado pelo jornalista Fernando Rodrigues, que fez um levantamento das declarações de bens apresentadas ao TSE por 3.750 políticos, de todo o país. |
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Outro dado interessante encontrado por Rodrigues é que a proximidade com o poder coincide com a construção de um patrimônio considerável. Em 2002, o político médio do PFL tinha bens no valor de R$ 3,19 milhões. No PTB, de R$ 2,15 milhões, no PSDB de R$ 1,46 milhão e no PMDB de R$ 1,41 milhão. Estas são as legendas que concentravam poder no governo federal e nos estados. |
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